SOBRE
Natural de Belo horizonte, gêmea e filha de pais que me incentivaram sempre a cuidar da artista que eu queria ser desde pequena.
Comecei a pintar em 2020. No início tinha medo de manipular as cores, sentia que era um atrevimento. Com o tempo me senti confortável para me aventurar, mesmo ainda achando ousadia isso de criar mundos.
Minha obra se relaciona intimamente com o corpo, com a paisagem, e com a liberdade. Convido as personagens que crio a habitarem paisagens oníricas para ancorar encontros que irrigam um horizonte estranho e inóspito, colorindo e fertilizando-o.